A corda muda o comportamento da raquete mais do que a maioria dos jogadores imagina — às vezes mais que a raquete em si. Este guia explica os 4 tipos principais e quando cada um faz sentido.
Feita de múltiplas fibras sintéticas entrelaçadas, imita a sensação da tripa natural por um custo bem menor. É a recomendação padrão pra iniciantes e pra quem tem (ou quer evitar) dor no cotovelo. Perde tensão mais rápido que polyester — precisa trocar com mais frequência.
Corda rígida, de monofilamento único. Permite jogar em tensão mais baixa sem perder controle, e gera mais efeito (topspin) por causa do atrito da superfície texturizada. É mais dura pro braço — não recomendada como primeira corda de iniciante nem pra quem já sente desconforto no cotovelo.
Feita de fibra animal (geralmente intestino de boi), é a referência histórica de conforto e sensação de toque no circuito profissional. Muito sensível à umidade (não recomendada pra quadra aberta em clima úmido) e o custo é significativamente mais alto que os outros tipos.
Combina dois tipos diferentes na mesma raquete — geralmente tripa ou multifilamento nas cordas principais (verticais) com polyester nas cruzadas (horizontais), ou vice-versa. É a configuração mais comum entre jogadores profissionais, buscando o conforto de um tipo com a durabilidade/controle do outro.
É a escolha mais segura pra quem está construindo técnica ou já sentiu desconforto no cotovelo, ombro ou punho. Prioriza conforto sobre desempenho máximo — e nessa fase, conforto importa mais.
Se você já tem técnica consolidada e quer mais topspin sem perder controle, polyester numa tensão mais baixa (dentro do limite da raquete) costuma ser a transição mais comum.
Quando já se sabe exatamente o que se busca (mais controle, mais conforto, mais potência), a configuração híbrida permite ajuste fino combinando dois materiais — é um passo pra quem já testou os tipos isolados antes.
Referência de mercado pra quem já joga em nível intermediário/avançado e quer mais controle e spin.

A Luxilon ALU Power é a corda de poliéster mais influente da história do tênis moderno, historicamente associada a jogadores como Roger Federer (em híbrido) e Novak Djokovic. Co-polímero com fibra de alumínio oferece controle e geração de spin acima da média das cordas sintéticas convencionais.
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