84 perguntas respondidas sobre raquetes, torneios, rankings, pais de tenistas, treino e muito mais.
Raquetes(10)
Adultos usam raquetes de 27 polegadas (comprimento padrão). Modelos oversized (acima de 100 pol²) são recomendados para iniciantes pois oferecem maior área de impacto. Raquetes menores (85–95 pol²) são usadas por jogadores avançados que priorizam controle.
Para iniciantes adultos, o ideal é uma raquete com head size acima de 100 pol², peso entre 260–280 g e perfil aberto (flexibilidade média-alta). A Wilson Clash 100, Babolat Boost e Head Ti Instinct são opções muito recomendadas para quem está começando.
Para crianças de 7 a 9 anos o tamanho ideal é 25 polegadas. Modelos como a Head Speed Junior 25, Wilson Junior e Babolat Junior são projetados para o desenvolvimento motor dessa faixa etária. Evite raquetes adultas — elas são pesadas e prejudicam a técnica.
A regra prática é encordar ao menos o mesmo número de vezes por ano que você joga por semana. Se joga 3 vezes por semana, encorde no mínimo 3 vezes por ano. Cordas perdem tensão mesmo sem arrebentar — raquete mal encordada prejudica o controle e aumenta o risco de lesão.
Não existe uma diferença específica de raquete para cada superfície. O que muda é o estilo de jogo. Para saibro, jogadores preferem raquetes com mais controle e spin. Para quadra rápida, raquetes com mais potência. A escolha depende mais do perfil de jogo do que da superfície.
Raquetes profissionais variam entre 295 g e 340 g (sem corda). Jogadores como Novak Djokovic usam raquetes pesadas com muito peso adicionado (customização). Para amadores, o peso ideal fica entre 280 g e 310 g — pesadas demais aumentam o risco de lesão no cotovelo.
Balance indica onde o peso da raquete está concentrado. Head heavy (cabeça pesada) gera mais potência — bom para iniciantes. Head light (cabeça leve) dá mais controle e manejo — preferido por jogadores avançados. Even balance é equilibrado entre os dois extremos.
String pattern é a configuração do cruzamento de cordas. Padrão aberto (16x19) gera mais spin porque as cordas se movem mais. Padrão fechado (18x20) oferece mais controle e durabilidade da corda. Para iniciantes, o padrão aberto facilita o aprendizado do topspin.
Muitas lojas vendem raquetes com corda de fábrica de baixa qualidade. O ideal é comprar a raquete sem corda (ou verificar a corda original) e encordar com um profissional usando a corda e tensão adequada ao seu nível de jogo. Para iniciantes, a corda original costuma ser suficiente para começar.
Em marcas como Babolat e Wilson, os números de série indicam a linha do produto. Séries com numeração mais alta costumam ter materiais mais sofisticados (carbono de qualidade superior) e são voltadas para jogadores avançados. Para iniciantes, as séries de entrada já têm excelente custo-benefício.
Bolas(6)
Bolas de treino (ex: Wilson Championship) são mais acessíveis e duráveis para uso diário. Bolas de torneio (ex: Wilson US Open, Penn ATP) têm feltro e pressão de nível profissional. Para treinar, use bola de treino. Para competir, use a bola oficial exigida pelo torneio.
Bolas perdem pressão e ficam "mortas" com o uso. Para treino, troque após 6 a 12 horas de jogo (ou quando notar que o quique ficou baixo). Para torneios, use bolas novas. Uma dica: pressione a bola com a mão — se afundar facilmente, está na hora de trocar.
Bolas pressurizadas têm ar comprimido interno — são mais vivas mas perdem pressão com o tempo. Bolas sem pressão (pressureless) têm borracha maciça — duram mais mas são mais pesadas. Para competição, use sempre pressurizadas. Sem pressão servem para treinos de cortador automático.
Há quem defenda essa prática, mas os efeitos são mínimos na maioria das condições brasileiras. Uma solução mais eficiente são os pressurizers (recipientes que mantêm a pressão das bolas). Guardar em local fresco e seco já ajuda bastante a prolongar a vida útil.
No saibro, o feltro da bola tende a abrir e ficar pesado mais rapidamente. Use bolas com feltro de qualidade (Wilson Roland Garros, Babolat French Open) para melhor desempenho. Evite bolas de treino baratas em competições — a diferença de comportamento é significativa.
Para treinos normais com sparring, 3 a 6 bolas são suficientes. Para treinos com cesto (bola a bola), o ideal é ter entre 50 e 100 bolas. Professores costumam ter seu próprio cesto — confirme antes da aula se precisa levar bolas.
Grips e Overgrips(5)
Overgrip é uma fita fina aplicada sobre o grip original da raquete. Serve para melhorar a aderência, absorver suor e renovar o diâmetro do cabo sem substituir o grip base. É um consumível — deve ser trocado regularmente. O Wilson Pro Overgrip é o mais usado no Brasil.
Troque o overgrip quando perder a aderência ou começar a escorregar a raquete na mão. Em média, isso acontece a cada 3 a 8 horas de jogo, dependendo da intensidade do suor. Competidores trocam o overgrip antes de cada torneio e às vezes entre partidas.
O grip de reposição substitui o cabo original da raquete — é mais espesso e durável. O overgrip vai por cima do grip de reposição, é mais fino e é o que você troca com frequência. Nunca coloque overgrip sobre overgrip antigo — troque sempre sobre o grip base limpo.
O grip size vai de L1 (mais fino) a L5 (mais grosso). A regra prática: segure a raquete normalmente e coloque um dedo da outra mão entre a palma e os dedos da mão que segura — deve caber exatamente um dedo. Em dúvida, escolha o menor — é mais fácil aumentar com overgrip do que diminuir.
Overgrips secos (como o Tourna Grip) ficam mais aderentes à medida que você transpira — ótimos para quem sua muito. Overgrips úmidos (como o Wilson Pro) têm aderência imediata e sensação mais suave. A escolha depende do seu nível de transpiração e preferência de sensação.
Calçados de Tênis(5)
Não é recomendado. Tênis de corrida não têm reforço lateral — essencial para as movimentações laterais do tênis. O risco de entorse é muito maior. Use sempre calçado específico para quadra de tênis, que tem estabilidade lateral adequada ao esporte.
Tênis para saibro têm sola com padrão espinha de peixe (herringbone), que oferece tração adequada no saibro e permite o deslizamento controlado. Tênis para quadra rápida têm sola mais lisa com padrão diferente para aderência em superfícies duras. Usar o calçado errado reduz performance e pode provocar lesões.
Em média, troque a cada 60 a 80 horas de jogo, ou quando notar desgaste na sola ou na parte lateral (onde você desliza). Sola desgastada significa perda de tração e suporte — risco real de lesão. Se treina 3 vezes por semana, um par costuma durar de 6 a 12 meses.
Sim, é recomendado comprar meio número ou um número maior do que seu calçado habitual. Os pés incham durante o exercício e o tênis precisa de espaço na ponta para evitar lesões nos dedos — especialmente em movimentos de parada rápida característicos do tênis.
Nike, Adidas, Wilson, Asics, K-Swiss e New Balance têm linhas específicas para tênis de quadra com excelente reputação. Evite calçados genéricos sem especificação para tênis — eles não têm a estrutura necessária para o esporte.
Primeiro Campeonato(10)
Prepare-se em três frentes: técnica (treine regularmente e faça jogos de prática), logística (confirme inscrição, leia regulamento, organize equipamentos) e mental (durma bem, alimente-se adequadamente e chegue cedo). O nervosismo é normal — é parte do processo de crescimento como tenista.
Leve pelo menos duas raquetes encordadas, overgrips extras, bolas (confirme se o torneio fornece), tênis de quadra adequado, toalha, protetor solar, garrafa térmica, lanche leve, documentos pessoais e comprovante de inscrição. Não estreie equipamento novo no torneio.
Um game é a unidade menor do tênis: você marca pontos (15, 30, 40, jogo) até ganhar o game. Um set é composto por vários games — normalmente vence o set quem chegar a 6 games primeiro (com vantagem de 2). Uma partida é composta por sets — geralmente melhor de 3 em torneios amadores.
O tie-break é disputado quando o placar de um set chega a 6 a 6. Cada ponto vale 1 (começa com 0). Vence quem chegar a 7 pontos primeiro, com vantagem de 2. O serviço alterna a cada 2 pontos, exceto no primeiro ponto. O vencedor do tie-break leva o set por 7-6.
A chave define os confrontos em formato eliminatório: quem perde sai, quem ganha avança. As posições na chave são sorteadas ou distribuídas por ranking. Há também o formato round-robin (todos contra todos em um grupo), comum em torneios menores. Acompanhe a divulgação da chave 1 a 2 dias antes do início.
Não necessariamente. Torneios amadores abertos (Tênis Integrado, LetzPlay, clubes privados) não exigem filiação. Torneios federativos oficiais exigem filiação à federação estadual. Leia o regulamento de cada torneio para saber o requisito específico.
WO é quando um jogador não comparece para disputar uma partida, dando a vitória ao adversário. Para evitar: confirme o horário na noite anterior e na manhã do jogo; chegue ao local com 30 minutos de antecedência; salve o número de contato da organização do torneio.
Sim, com moderação. Um aquecimento leve de 15 a 20 minutos pela manhã é adequado. Alguns minutos de raquetada antes da partida ajudam a entrar no ritmo. Evite treinos longos ou intensos — o objetivo é ativar o corpo, não criar fadiga.
Seja cortês com o adversário (cumprimentar no início e no fim é obrigatório). Em partidas sem árbitro, chame as bolas de forma honesta — em dúvida, o ponto é do adversário. Não use o celular em quadra. Controle as emoções: descontrole emocional prejudica muito a performance.
Faça uma refeição leve e nutritiva 2 a 3 horas antes da partida: carboidratos de fácil digestão (arroz, macarrão, pão), proteína magra e pouca gordura. Evite alimentos muito pesados ou novos. Uma banana 30 minutos antes é excelente para energia rápida. Mantenha-se hidratado antes, durante e depois.
Pais de Tenistas(10)
Programas de mini-tênis são adequados a partir dos 4 a 5 anos. O tênis em quadra formal (com regras completas) começa geralmente entre 7 e 8 anos. O mais importante é que o programa seja lúdico, adaptado ao desenvolvimento motor da criança e conduzido por professor especializado em tênis infantil.
O tamanho depende da altura e idade da criança: até 6 anos use 19–21 pol; 6–8 anos use 23 pol; 8–10 anos use 25 pol; acima de 10 anos avalie com o professor. Evite raquetes adultas mesmo que a criança pareça forte para a idade — o peso inadequado prejudica a técnica e pode causar lesões.
Para crianças de 6 a 10 anos, 2 treinos por semana são suficientes e saudáveis. Para adolescentes que querem competir (12+), 3 a 5 treinos por semana é razoável. Mais do que isso só faz sentido para atletas de alto rendimento com acompanhamento especializado de físico e nutrição.
A pesquisa esportiva indica que especialização precoce antes dos 12 anos está associada a maior risco de lesão e burnout. O ideal é incentivar a prática multiesportiva até os 12–14 anos. A especialização intensiva no tênis pode começar depois, quando o jovem já tem base motora mais completa.
Observe se o professor: tem metodologia específica para a faixa etária (mini-tênis para menores); mantém a aula dinâmica e lúdica; elogia o esforço mais do que o resultado; adapta os exercícios ao nível de cada aluno; tem certificação da CBT ou formação em educação física. A felicidade da criança na quadra é o melhor indicador.
Não. Nos torneios federados, instrução técnica dos pais durante a partida é proibida pelo regulamento e pela ITF. Pais devem encorajar apenas de forma positiva, sem gritar instruções técnicas ou cobranças. Interferência dos pais é uma das principais fontes de pressão negativa em jovens atletas.
O custo mensal varia muito por cidade e nível: mensalidade de academia (R$ 200–600), consumo de bolas e overgrips (R$ 50–150), raquete e calçado (custo anual de R$ 500–2.000 amortizado). Competição adiciona taxas de inscrição (R$ 50–200 por torneio) e deslocamento. Para iniciantes, o custo mensal fica entre R$ 300 e R$ 800.
Primeiro, converse com o professor sobre o nível atual do filho. Depois, crie uma conta no Tênis Integrado ou LetzPlay para consultar torneios disponíveis na categoria etária adequada. Comece por torneios locais para ganhar experiência de competição sem pressão excessiva. Filiação à federação estadual pode ser feita depois.
Não minimize nem exagere. Acolha com calma: "entendo que você está frustrado". Nunca force a análise de erros imediatamente após a derrota — espere o filho se acalmar. A reação dos pais após derrotas é um dos fatores mais determinantes para o desenvolvimento emocional e esportivo da criança.
Para crianças até 12 anos, não é necessário nem recomendado preparação física específica para o tênis — o treinamento técnico já proporciona desenvolvimento físico adequado. A partir dos 14 anos, especialmente para quem compete com frequência, um preparador pode ajudar no desenvolvimento físico geral e na prevenção de lesões.
Treino e Evolução(7)
Para melhorar consistentemente como adulto amador, 2 a 3 sessões de tênis por semana são ideais. Uma sessão com professor e uma ou duas sessões de sparring ou jogo já produzem evolução visível em 3 a 6 meses. Regularidade e qualidade importam mais do que quantidade bruta de horas.
O saque melhora com repetição de qualidade. Trabalhe: posicionamento dos pés, lançamento da bola (o ponto mais negligenciado), rotação do ombro e pronação do pulso no impacto. Pratique com cesto de bolas em vez de durante jogos. Peça ao professor vídeo feedback para corrigir a mecânica antes de automatizar erros.
Para melhorar o forehand: trabalhe a pegada (Eastern ou Semi-Western para topspin), o giro das cadeiras para trás, o balanço do braço e o fechamento da raquete na finalização. Treine contra a parede 15 minutos por dia para consistência. Vídeos de top-spin Babolat/Wilson têm recursos educacionais gratuitos online.
Com 2 aulas por semana, em 3 a 6 meses você consegue jogar uma partida básica com consistência razoável. Em 1 a 2 anos já pode competir em torneios de iniciante. O tênis é um esporte de aprendizado longo — a evolução é constante por muitos anos. Foque em cada pequena melhoria.
O ideal é combinar: aulas com professor para corrigir e evoluir a técnica, mais sparring com colegas para praticar sob pressão real de jogo. Treino de parede também é excelente para volumes altos de repetição. Treinar exclusivamente sem professor aumenta o risco de automatizar erros técnicos difíceis de corrigir depois.
Em casa você pode trabalhar: exercícios de coordenação motora, força de pulso e antebraço, flexibilidade, treino de equilíbrio e agilidade (cones, escada de agilidade), visualização mental e análise de vídeos de jogos. Alguns treinos de parede com bola de espuma também podem ser feitos em espaços pequenos.
O aquecimento é fundamental: reduz o risco de lesão muscular, ativa articulações (tornozelo, joelho, ombro) e prepara o sistema nervoso para movimentos rápidos. Um aquecimento eficiente inclui 5 min de ativação cardiovascular leve, mobilidade articular e alguns minutos de raquetada suave antes de aumentar a intensidade.
Recuperação e Lesões(4)
Cotovelo de tenista (epicondilite lateral) é uma inflamação no tendão do cotovelo, causada por overuse ou técnica incorreta de backhand. Tratamento: repouso, gelo nas fases agudas, fisioterapia, fortalecimento excêntrico do antebraço e revisão da técnica com o professor. Não ignore a dor — pode se tornar crônica se não tratado.
Principais prevenções: aqueça adequadamente antes de cada sessão; use calçado específico para quadra; não aumente a carga de treino mais de 10% por semana; mantenha força no core e nas pernas; troque overgrip regularmente para manter aderência; faça alongamento após o treino; descanse ao sentir dor.
Para amadores que treinam em intensidade moderada, 24 a 48 horas de intervalo entre sessões intensas é adequado. Sessões leves podem ser feitas com menos intervalo. Ouça o corpo: dor muscular persistente, fadiga excessiva e queda de performance são sinais de overtraining — reduza volume e consulte profissional.
Após torneio: priorize sono de qualidade (8h), hidratação abundante, refeição rica em proteína e carboidrato nas primeiras 2 horas, banho frio ou contraste quente-frio, rolo de espuma para liberar tensão muscular. Evite treino intenso nos 2 dias seguintes a um torneio longo.
Guia de Compras(5)
Principais opções online: Amazon Brasil, Netshoes, Centauro, Tennis Point Brasil e lojas especializadas como Estrela do Tenis. Para raquetes premium e cordas profissionais, lojas especializadas costumam ter mais opções e profissionais que encordam na hora. Compare preços e verifique a garantia.
Pode valer para raquetes premium e cordas específicas, mas considere: imposto de importação (60% sobre o valor), risco de não ter garantia no Brasil, e custo de frete. Para a maioria dos equipamentos, as opções disponíveis no mercado brasileiro (Amazon, Netshoes) têm excelente custo-benefício sem esses riscos.
Kit básico de iniciante: raquete (R$ 250–500), overgrip pacote (R$ 30–60), bolas tubo com 3 (R$ 30–60), tênis de quadra (R$ 200–500), mochila (R$ 100–300). Total: R$ 600 a R$ 1.400. Para uma entrada decente sem exagero, R$ 800 a R$ 1.000 é um orçamento razoável.
Sim, é uma boa opção para quem quer experimentar o esporte antes de investir mais. Verifique o estado das cordas (se estão tensionadas e sem danos), o cabo (grip ou overgrip em bom estado) e o frame (sem rachaduras). Procure em grupos de tênis no Facebook ou marketplaces como OLX.
Os essenciais são: overgrip (Wilson Pro ou Head Xtreme Soft), munhequeira (absorção de suor), protetor solar FPS 50+ (para quadras ao ar livre) e toalha para secar as mãos. Antivibrador é opcional mas recomendado para iniciantes propensos a dor no cotovelo.
Torneios e Rankings(6)
O ranking ATP (Association of Tennis Professionals) é calculado pela soma dos pontos obtidos nos 18 melhores resultados dos últimos 52 semanas. Torneios de Grand Slam (2000 pontos para o campeão) valem mais. Os pontos expiram na semana equivalente do ano seguinte — o que cria a "defesa de pontos".
O ranking WTA (Womens Tennis Association) funciona de forma similar ao ATP: os pontos são acumulados nos melhores resultados das últimas 52 semanas. Grand Slams e WTA 1000 valem mais pontos. A quantidade de torneios que contam para o ranking pode variar levemente entre ATP e WTA.
João Fonseca é o principal tenista brasileiro atualmente. Nasceu em 2006, venceu o Australian Open juvenil em 2024 e avançou rapidamente no circuito profissional. Para o ranking atual atualizado, consulte a página de rankings do O Tenista ou o site oficial da ATP em atptennis.com.
O ranking juvenil é gerido pela CBT e pelas federações estaduais, por categorias de idade: sub-12, sub-14, sub-16 e sub-18. Pontos são acumulados em torneios reconhecidos. O Tênis Integrado também mantém seu próprio ranking por categoria. Acompanhe resultados no site tenisintegrado.com.br.
Os quatro Grand Slams são os torneios mais importantes do tênis mundial: Australian Open (janeiro, Melbourne, quadra dura), Roland Garros (maio-junho, Paris, saibro), Wimbledon (junho-julho, Londres, grama) e US Open (agosto-setembro, Nova York, quadra dura). São os torneios que mais pontos distribuem no ranking ATP e WTA.
Masters 1000 são torneios de segunda maior importância depois dos Grand Slams no circuito ATP. São 9 torneios por ano (Monte Carlo, Roma, Madri, Canadian Open, Cincinnati, Shanghai, Paris, Indian Wells, Miami) e distribuem 1000 pontos para o campeão. São obrigatórios para os top 30 do ranking.
Tênis Brasileiro(5)
O site oficial da Confederação Brasileira de Tênis é cbt.org.br. Lá você encontra o calendário de torneios nacionais, ranking CBT, informações sobre filiação e as federações estaduais afiliadas.
A Federação Paulista de Tênis (FPT) em tenispaulista.com.br é a maior federação estadual de tênis do Brasil. Organiza torneios no Estado de SP, gerencia o ranking paulista e a filiação de atletas e clubes. Para competir em torneios federativos em SP, a filiação à FPT é necessária.
Consulte a federação estadual de tênis da sua cidade (cada estado tem uma) — elas mantêm cadastro dos clubes filiados. Pesquise também no Google Maps por "academia de tênis" ou "clube de tênis" na sua cidade. O mapa de tênis do O Tenista também lista locais por estado.
Torneios federativos são oficializados pela CBT ou federações estaduais: exigem filiação, seguem regulamento oficial e os resultados contam para ranking nacional/estadual. Torneios amadores abertos são organizados por clubes, academias ou plataformas privadas (Tênis Integrado, LetzPlay) e geralmente não exigem filiação.
Cada federação tem seu próprio processo. Em geral: acesse o site da federação estadual, preencha o formulário de cadastro, pague a taxa anual de filiação (varia por estado e categoria) e envie os documentos solicitados (RG, CPF, foto). A filiação é renovada anualmente.
Viagem para Torneios(3)
Use uma raqueteira ou mochila específica para tênis com compartimento térmico. Essenciais: 2 a 3 raquetes, overgrips, bolas, tênis de quadra, roupas de treino (2 por dia de competição), toalha, protetor solar, medicamentos básicos, carregador portátil, lancheira térmica e documentos. Confira o checklist do O Tenista.
Sim. Raqueteiras são itens esportivos e costumam ser despachadas como bagagem especial pelas companhias aéreas. Verifique o limite de peso (normalmente 23 kg) e as tarifas da sua companhia aérea com antecedência. Algumas permitem levar na cabine se a raqueteira for pequena (mochila de 1-2 raquetes).
Em dia de torneio: café da manhã reforçado com carboidratos 2-3h antes do primeiro jogo; entre partidas, snacks de fácil digestão (banana, barrinha de cereal, castanhas, bolo simples); hidratação constante com água e isotônico; refeição completa só após o último jogo do dia. Evite alimentos muito gordurosos ou pesados.
Achados do André(3)
Os Achados do André é a seção de curadoria de produtos do O Tenista. André seleciona pessoalmente os melhores equipamentos testados ou altamente recomendados por tenistas sérios — sem patrocínio de marca. A regra: só entra no achado o que ele usaria ou indicaria para um amigo que joga tênis de verdade.
A curadoria segue critérios editoriais: custo-benefício real, reputação entre tenistas no Brasil, avaliações consistentes e utilidade prática para diferentes perfis de jogadores. Não há acordos com marcas para inclusão de produtos. Os links são de afiliado mas a seleção é independente.
A garantia é oferecida pelo vendedor e pela política da loja (Amazon, Netshoes etc.), não pelo O Tenista. Ao clicar em nossos links e comprar, você segue as políticas de garantia e devolução da plataforma de venda. Em caso de problema, acione o SAC da loja onde realizou a compra.
Tênis por Estado(5)
São Paulo tem a maior infraestrutura de tênis do Brasil: Clube Paulistano, Esporte Clube Pinheiros, AABB, e centenas de academias e clubes em toda a cidade e interior. Para encontrar torneios, acesse tenispaulista.com.br (Federação Paulista) ou o Tênis Integrado filtrando por SP.
O Rio tem clubes tradicionais como Fluminense, Botafogo e Itanhangá Golf Club com quadras de tênis. Para torneios no estado, consulte a Federação de Tênis do Rio de Janeiro (FTERJ) e a plataforma Tênis Integrado. A cidade tem quadras públicas em parques como o Aterro do Flamengo.
Em BH, o tênis está presente em clubes como o Country Club, Minas Tênis Clube e Iate Clube. Academias independentes também estão espalhadas por toda a cidade. Para torneios em Minas Gerais, consulte a Federação Mineira de Tênis e o Tênis Integrado.
Curitiba tem o Clube Curitibano, Círculo Militar, ACIC e diversas academias de tênis. Para torneios no Paraná, acesse a Federação Paranaense de Tênis (Fepaten) e o Tênis Integrado. O clima de Curitiba favorece o jogo indoor em quadras cobertas.
Em Porto Alegre há o Grêmio Náutico União, Sport Club Internacional e várias academias especializadas. Para torneios no Rio Grande do Sul, consulte a Federação Gaúcha de Tênis (FGT) e o Tênis Integrado.
Antes de te indicar o melhor caminho, queremos entender sua situação.